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Economia do Dia

Descubra as Diferenças entre Terras Raras e Minerais Críticos

Gabriel Aires
Atualizado em: 25 de abril de 2026 12:47 pm
Gabriel Aires
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Reconhecidos pelo seu papel crucial na promoção da transição energética, os minerais raros, estratégicos e críticos têm ganhado cada vez mais destaque em nível global. Apesar de muitas vezes serem considerados equivalentes, esses três termos desempenham funções distintas na arena geopolítica e na economia mundial.

Sumário
Cenário no BrasilCompetição global

Conforme informações do Serviço Geológico do Brasil (SGB), entidade governamental encarregada de avaliar o potencial mineral do país, os Elementos de Terras Raras (ETR) constituem um conjunto específico de 17 elementos químicos da tabela periódica, incluindo 15 lantanídeos (como lantânio, cério, neodímio e disprósio), além de escândio e ítrio.

Apesar da nomenclatura, não são realmente escassos na natureza, mas tendem a estar distribuídos de maneira ampla, o que torna a exploração econômica mais desafiadora. Eles são fundamentais para tecnologias avançadas, como turbinas eólicas, veículos elétricos, baterias, dispositivos eletrônicos e sistemas de defesa.

Os minerais estratégicos são aqueles considerados indispensáveis para o progresso econômico das nações e que possuem relevância devido à sua utilização em produtos e processos de alta tecnologia, defesa e transição energética.

Os minerais críticos referem-se àqueles cujo fornecimento pode apresentar variados riscos: a concentração geográfica das fontes, dependência de importações, instabilidade geopolítica, limitações tecnológicas, interrupções no suprimento e dificuldade de substituição.

Consequentemente, a identificação de quais minerais são considerados estratégicos ou críticos varia de acordo com cada país. A lista pode também ser alterada com o passar do tempo, com base em inovações tecnológicas, descobertas geológicas, transformações geopolíticas e mudanças na demanda. Exemplos frequentes hoje em dia incluem: lítio, cobalto, grafita, níquel e nióbio.

As terras raras podem ser vistas como minerais críticos ou estratégicos, dependendo da circunstância. Em outras palavras, toda terra rara pode ser considerada estratégica, mas nem todo mineral estratégico se classifica como uma terra rara.

Cenário no Brasil

De acordo com o SGB, o Brasil abriga a segunda maior reserva de terras raras do planeta, estimada em cerca de 21 milhões de toneladas. Isso corresponde a aproximadamente 23% das reservas totais globais, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

A maior parte das terras raras no Brasil se encontra predominantemente em Minas Gerais, Goiás, Amazonas, Bahia e Sergipe, estados que possuem os principais tipos de depósitos com viabilidade econômica.

Entre os minerais frequentemente designados como críticos ou estratégicos em muitos países, o Brasil se sobressai por deter as maiores reservas de nióbio do mundo (94%), totalizando 16 milhões de toneladas. Além disso, ocupa a segunda posição global em reservas de grafita (26%), com 74 milhões de toneladas, e o terceiro lugar em reservas de níquel (12%), com 16 milhões de toneladas.

O país possui uma lista de minerais categorizados como estratégicos para o seu desenvolvimento interno. Essa lista foi divulgada na Resolução nº 2, de 18 de junho de 2021, do Ministério de Minas e Energia. Os minerais são distribuídos em três categorias:

Que precisam ser importados: enxofre, minério de fosfato, minério de potássio e minério de molibdênio.

Usados em produtos e processos de alta tecnologia: minério de cobalto, minério de cobre, minério de estanho, minério de grafita, minérios do grupo da platina, minério de lítio, minério de nióbio, minério de níquel, minério de silício, minério de tálio, minério de terras raras, minério de titânio, minério de tungstênio, minério de urânio e minério de vanádio.

Minerais com vantagem comparativa e que geram superávit na balança comercial: minério de alumínio, minério de cobre, minério de ferro, minério de grafita, minério de ouro, minério de manganês, minério de nióbio e minério de urânio.

Competição global

Esses materiais tornaram-se centrais na competição geopolítica global. Atualmente, a China lidera de forma significativa o refino e a produção de terras raras, o que suscita preocupações em outras potências, como os Estados Unidos e a União Europeia, que procuram diversificar suas fontes de suprimento.

Nesse contexto, o Brasil surge como um jogador significativo. Especialistas indicam que o desafio brasileiro vai além da simples extração. A cadeia produtiva desses minerais envolve processos complexos, como beneficiamento e refino, que ainda apresentam desenvolvimento limitado no país.

Na falta disso, o Brasil pode continuar a importar produtos de maior valor agregado, conforme análise do professor de Geografia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Luiz Jardim Wanderley, especialista na interseção entre política, economia e mineração.

“O Brasil mantém o mesmo padrão de dependência que teve ao longo de sua história. Sempre foi assim com o ouro colonial, passando pelo ferro e até o petróleo. Servindo para o mundo como um país exportador de matérias-primas. Exportamos muitos minerais, mas consumimos pouco no mercado nacional”, afirma Jardim.

Além da dimensão econômica, existem também questões sociais e ambientais. A exploração desses recursos provoca impactos substanciais nas áreas onde ocorre.

“Não existe mineração sustentável. Toda mineração gera impactos ambientais severos, como o comprometimento dos recursos hídricos. Além disso, causa pressão econômica nas cidades em que ocorre, levando ao aumento da pobreza, desigualdade e violência urbana. O que observamos atualmente é um modelo de mineração completamente insustentável”, avalia o geógrafo.

“É viável implementar um modelo um pouco menos danoso. Contudo, ainda assim, grandes buracos continuariam a ser feitos para a extração desses minerais. Montanhas seriam desmanteladas e cursos de água afetados. Precisamos considerar com cuidado se realmente compensa, visto que estamos perdendo muitos recursos naturais e os efeitos socioambientais são notórios”, complementa.

Fonte: Agência Brasil

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TAGS:brasilChinaEconomiameio ambienteminerais críticosminerais estratégicosTerras raras
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